Publicado originalmente por Agência Lupa
Os atos promovidos por bolsonaristas em 7 de setembro, no Rio de Janeiro e em São Paulo, foram marcados pela presença de bandeiras dos Estados Unidos, ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) — em especial ao ministro Alexandre de Moraes, chamado de “ditador” e “tirano” —, pedidos de anistia ampla e irrestrita, sobretudo para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e discursos que buscaram minimizar os ataques golpistas de 8 de janeiro.
Deputados federais, governadores, apoiadores e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro discursaram. Foi a primeira vez que o ex-mandatário não participou das manifestações de 7 de setembro, por estar cumprindo prisão domiciliar. Nas falas, a lei de anistia de 1979 foi citada de forma imprecisa, como se pudesse servir de precedente para absolver os aliados de Bolsonaro, além de ataques inverídicos às eleições de 2022, novamente colocadas sob suspeita mesmo sem qualquer prova, e falsidades sobre as evidências dos crimes dos quais o ex-presidente está sendo julgado.
A Lupa checou algumas dessas declarações. Leia a checagem na íntegra neste link: https://lupa.uol.com.br/jornalismo/2025/09/07/checagem-bolsonaristas-atacam-provas-defendem-anistia-e-minimizam-o-8-1.