Publicado originalmente em Agência Bori. Acesse na íntegra aqui.
Entre 2006 e 2023, o tabagismo diminuiu entre os brasileiros, o excesso de peso e a obesidade aumentaram e mais mulheres passaram a beber álcool. A prevalência desses fatores, considerados de risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como doenças cardíacas e cânceres, foi avaliada por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da ACT Promoção da Saúde e do Ministério da Saúde.
O estudo, publicado nesta sexta (25) na Revista Brasileira de Epidemiologia, acompanhou as tendências dos principais fatores de risco, de proteção e das morbidades associadas às DCNTs em adultos das capitais brasileiras. Foram analisados dados do Vigitel, inquérito telefônico nacional, abrangendo informações de mais de 800 mil entrevistas ao longo do período.