Publicado originalmente em Jornal Beira do Rio UFPA. Acesse na íntegra aqui.
Por Walter Pinto |Foto: Acervo do projeto
Doença degenerativa, crônica e progressiva, o Parkinson ataca os neurônios responsáveis pela produção da dopamina, um neurotransmissor responsável por levar informações do cérebro a várias partes do corpo. Essa alteração prejudica o domínio dos movimentos, e os sintomas mais aparentes são a rigidez muscular e os tremores involuntários. Segundo o Ministério da Saúde, a prevalência da doença no Brasil é de 100 a 200 casos por 100 mil habitantes, com a maioria dos casos ocorrendo em pessoas acima dos 55 anos. A gravidade da doença costuma impactar o paciente em função do estigma social, pois a pessoa com Parkinson tem a voz prejudicada pela rigidez das cordas vocais, dificuldade de se alimentar com as próprias mãos e caminhar sozinho. Diante dos sintomas, é comum entrar em depressão e se isolar em casa.