Publicado originalmente em site de Universidade Federal do Piauí – UFPI. Acesse na íntegra aqui.
Tabus relacionados às relações homoafetivas também atravessam os estudos sobre a pré-história humana. A partir de imagens de grupos humanos do passado remoto, registradas em pinturas rupestres na Serra da Capivara, uma pesquisa desafia narrativas tradicionais sobre gênero e sexualidade. É o que propõe a dissertação “Práxis queer: a arqueologia queer na análise interpretativa de arte rupestre”, de Luz Bispo Lima. O trabalho identifica, por meio da arte rupestre, vestígios de identidades e relações homoeróticas, contribuindo para a desconstrução de visões binárias sobre o passado.