Publicado originalmente por Futurism
À medida que a corrida para construir uma inteligência artificial cada vez mais poderosa se desacelera, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, vai ficando desesperado. Durante o verão, o terceiro homem mais rico do mundo fez de tudo na esperança de ultrapassar a concorrência — ou seja, outros monopólios de tecnologia. Em sua busca, Zuckerberg ofereceu salários de dez dígitos para recrutar os melhores pesquisadores de IA, montou acampamentos para expandir a capacidade de seu data center e roubou cerca de 7,5 milhões de livros em dados.
Mas na busca pela construção dos melhores sistemas de IA, nem isso é suficiente. Também é preciso evitar políticas destinadas a manter os usuários protegidos contra exploração, abuso e desinformação — o tipo de barreira que a Meta afirma estar impedindo a inovação.
Uma reportagem bombástica de Jeff Horowitz, da Reuters, acaba de revelar a existência de um documento para engenheiros que desenvolvem o chatbot de IA da Meta, definindo comportamentos aceitáveis. Com mais de 200 páginas e aprovadas pelas equipes jurídica, de engenharia e de políticas públicas da Meta, as políticas, às vezes repulsivas, pintam um quadro claro do tipo de IA que a multinacional de tecnologia está trabalhando para lançar no mundo.
Leia a matéria completa (em inglês) neste link: https://futurism.com/zuckerberg-meta-medical-misinformation.