Publicado originalmente em Jornal da UFRGS. Acesse na íntegra aqui.
Comunidades racializadas, especialmente negras, indígenas e quilombolas, estão sistematicamente mais expostas aos riscos ambientais e têm menos acesso a políticas de mitigação e adaptação. É o que trata o conceito de racismo ambiental, evidenciado pelo levantamento da Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (Conaq), que aponta que todas as 145 comunidades quilombolas do Rio Grande do Sul, distribuídas em 70 municípios, foram afetadas pelas enchentes de maio de 2024, impactando diretamente 17.552 quilombolas.