Publicado originalmente em Desinformante por Glenda Dantas.
A edição 2024 da pesquisa Desigualdades Informativas foi lançada hoje e mostra como diferentes grupos da sociedade brasileira consomem informação, revelando desigualdades significativas. O estudo mostrou, dentre outras coisas, que as redes sociais são a principal fonte de informação para a maioria dos brasileiros, mas, entre pessoas que se identificam com a extrema-direita, essa preferência ganha mais destaque: 78,3% delas afirmam ter as redes como principal fonte informativa.
Realizado pelo Aláfia Lab, o estudo Desigualdades Informativas investiga os diferentes hábitos de consumo de informação e como eles impactam a vida social e política da população brasileira neste cenário cada vez mais mediado por plataformas digitais. A pesquisa busca entender quais caminhos as pessoas percorrem para se informar, as desigualdades de acesso entre diferentes grupos sociais e os incentivos das próprias plataformas na formação desses hábitos.
Para o estudo foram entrevistadas 1.549 pessoas com 18 anos ou mais, de todas as regiões do país, entre os dias 10 e 13 de outubro de 2024. A coleta foi feita por telefone, por meio de um questionário estruturado.
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