Publicado originalmente em Jornal da UFRGS. Acesse a matéria na íntegra aqui.
No país em que cerca de 11 milhões de pessoas convivem com a depressão, uma abordagem inédita surge como alternativa promissora para diagnosticar e tratar a doença. O estudo propõe o uso de biomarcadores inflamatórios para identificar subgrupos específicos de pacientes e a aplicação subcutânea da cetamina como tratamento de efeito rápido. A proposta está estruturada em um protocolo padronizado, fundamentado em evidências científicas e prática clínica.