Entrevista: Os riscos da IA e dos algoritmos nas eleições de 2026

Publicado originalmente por Intercept Brasil

O professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ex-coordenador do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), e secretário nacional de Política de Informática de 2011 a 2015, Virgilio Almeida, se uniu aos cientistas políticos Ricardo Fabrino Mendonça, também da UFMG, e Fernando Filgueiras, da Universidade Federal de Goiás, para lançar “Política dos algoritmos – Instituições e as transformações da vida social” pela editora Ubu. O argumento central do livro é contundente: os sistemas digitais passaram a definir regras e estruturas sociais com o mesmo peso do Congresso ou da Constituição.

A diferença é que o Congresso e a Constituição são (ou deveriam ser) democráticos e transparentes. Já os códigos das big techs trilionárias são opacos e mudam sem aviso prévio. Ainda assim, essas ferramentas tecnocráticas ditam as novas formas de trabalho, de socialização e, em última instância, influenciam as eleições que definem quem senta no Congresso. Do controle do que lemos nas redes à identificação de suspeitos por reconhecimento facial, os algoritmos comandam a esfera pública.

Leia a entrevista na íntegra aqui.

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