Publicado originalmente em *Desiformante. Acesse na íntegra aqui.
Na manhã de 28 de outubro de 2025, enquanto escrevia um capítulo de sua tese sobre letalidade policial contra crianças e adolescentes no Rio de Janeiro, o doutorando em Comunicação da UFRJ Caio Brasil Rocha, morador do Complexo do Alemão, ouviu os primeiros tiros. Em minutos, a rotina de escrita foi substituída pelo medo. “Precisei parar tudo e me afastar da janela”. Desde então, Caio não conseguiu mais abrir o arquivo de sua tese.