Publicado originalmente por Focus Brasil
A proximidade das eleições de 2026 ocorre em um ambiente marcado pela intensificação da desinformação política, pela reorganização de redes digitais já testadas em pleitos anteriores e pelo uso cada vez mais sofisticado de tecnologias para interferir na formação da opinião pública. O cenário foi sintetizado em alerta feito pela presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, mas a preocupação extrapola a Justiça Eleitoral e é compartilhada por pesquisadores, autoridades públicas e organismos internacionais.
Ao abrir um seminário da Justiça Eleitoral sobre Segurança, Comunicação e Desinformação no Processo Eleitoral, a ministra afirmou que a circulação deliberada de mentiras e conteúdos manipulados tem como objetivo “capturar a vontade livre do eleitor” e produzir descrença nas instituições democráticas. O diagnóstico dialoga com análises acumuladas desde as eleições de 2018 e 2022, que indicam a consolidação da desinformação como estratégia política permanente, e não como fenômeno episódico de campanha.
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