Inteligências artificiais e emoções humanas

Publicado originalmente em Instituto Palavra Aberta. Acesse na íntegra aqui.

A primeira geração a crescer entre algoritmos, redes sociais e inteligências artificiais também é a que mais convive com a ansiedade, o medo de ficar de fora, a comparação constante e a solidão digital. Não é coincidência, mas sim um retrato do tempo em que vivemos — um tempo em que as interações mediadas pela tecnologia moldam afetos, crenças e visões de mundo, impactando profundamente a saúde emocional e a forma como jovens se comunicam, se relacionam e se percebem.

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