PRETTY MUCH SCIENCE: ESTADOS, SOCIEDADES E ESTATÍSTICAS COVID-19 #PART 2

Publicado originalmente em instagram de Pretty Much Science.

O cerne da atitude do Reino Unido foi, também, que poderíamos resolver o problema em nossos próprios termos. Ajustou seus controles e medidas de acordo, a ponto, com a segunda tensão, de colocar grande parte do país no que teria sido, no início de 2020, um bloqueio inimaginavelmente estrito.
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Até certo ponto, o Reino Unido e os Estados Unidos estavam replicando exatamente a mesma busca por uma abordagem de justificativa sobre a COVID-19. Comum aos EUA e ao Reino Unido a seguinte narrativa (ainda): “um caso, vindo da China”, mais alguns em duas semanas, então, de repente, dezenas, centenas, em incontáveis milhares de casos. Isso, da mesma forma, não representava um momento em que o lockdown parecesse óbvio, ou admitisse a infecção em alguns pontos fora do Reino Unido ou dos Estados Unidos.
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O governo do Reino Unido também carecia de uma determinação precoce necessária para conter o vírus, preferindo observar os números, encorajar ativamente o relato de sintomas e falar sobre lavar as mãos e imunidade coletiva. Como resultado, as pessoas continuaram com suas vidas diárias. Alguns não estavam nem tão convencidos de que a imposição do bloqueio real inspirou as festas na noite anterior ao lockdown.
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Em certo sentido, a Europa e os EUA foram os responsáveis pelo desencadeamento da pandemia global. Em certo sentido, nosso fascínio por detectar e estudar o vírus, em vez de partir para a ofensiva total, foi um fator negativo, embora fornecesse números mais confiáveis. Mas no clima atual, com a nova cepa originária do Reino Unido, não se pode dizer que não desenvolvemos uma consciência comum de que o vírus é o nosso problema e que lidar com isso envolve ajustar, até certo ponto, nosso próprio comportamento.

Por/By: Ed Allen – Ph.D. at Fudan University, Shangai, China

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