ABPEducom e Pacto Educativo Global realizam live sobre Educomunicação, Dignidade e Direitos Humanos

Publicado originalmente em ABPEDUCOM. Para acessar, clique aqui.

Pela segunda vez em seu ciclo de lives, a ABPEducom realiza uma transmissão em parceria com o Pacto Educativo Global do Brasil, apoiado pela Associação. O evento tem como tema “Educomunicação, Dignidade e Direitos Humanos” e acontece na próxima terça-feira (31 de agosto), a partir das 17h, com a participação de:

  • Janaina Soares Gallo, advogada, licenciada em Educomunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestranda em Ciências da Comunicação na mesma instituição, onde também é representante discente da Comissão de Direitos Humanos. É sócia da ABPEducom e representante suplente da Associação na Comissão Estadual de Educação em Direitos Humanos do Estado de São Paulo, vinculada ao Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe).
  • Paulo Lima, jornalista, educomunicador, fundador e diretor executivo da ONG Viração Educomunicação e empreendedor social da Ashoka. É formado em Filosofia, Teologia e Jornalismo e tem especialização em Comunicação. Foi diretor da Revista Sem Fronteiras e um dos fundadores e editor do jornal Brasil de Fato. Lima atua com o movimento de defesa dos direitos da criança e do adolescente e comunicação popular desde 1987. Em reconhecimento dessa atuação, recebeu em novembro de 2002 o título Jornalista Amigo da Criança, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente e Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi). Em junho de 2004, ganhou o Prêmio Internacional de Jornalismo Mario Pasini Comunicatore, concedido em Roma, na Itália. Em março de 2006, Lima escreveu o livro “Lele vive”, sobre os 20 anos da morte do missionário italiano Ezechiele Ramin, assassinado por defender os direitos dos povos indígenas e sem-terra de Cacoal (RO).
  • Ìyá Adriana t’Ọmọlú, mulher negra, mãe de dois meninos, tia de duas meninas, filha, esposa e religiosa, pertencente aos povos tradicionais de matriz africana. É matriarca da Unidade Territorial Tradicional “Ilé Àṣẹ Ọmọlú àti Òṣún”, da Nação Ketu, iniciada há 13 anos. Ela é pedagoga com formação nas áreas de drogadição, diversidade, ética, cidadania e relações étnico-raciais e diretora geral do Instituto Cultural e Educacional Fazendo o Bem. Compõe o Fórum Municipal Livre de Combate ao Racismo e o Fórum de Mulheres, ambos em São Bernardo do Campo (SP); o Coletivo de Representantes dos Povos Tradicionais de Terreiro e a Frente Regional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, ambos no Grande ABC (SP); a Rede Nacional de Apoio às Famílias Vítimas da Covid-19; a Convergência pelos Direitos; o Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana (Fonsanpotma); e a Teia Nacional Legislativa em Defesa dos Povos Tradicionais de Matriz Africana. T’Ọbalwúàiyé é promotora legal popular e professora aposentada da rede municipal de ensino de Diadema (SP). Atua há mais de 20 anos com formação inicial e continuada de educadores(as) e professores(as). No terceiro setor, trabalhou com oficinas sócio-educativo-culturais; assessoria em educação e cultura; análise, seleção, supervisão, acompanhamento, elaboração e execução de projetos de repercussão nacional e internacional.

A mediação e curadoria do ciclo de lives são de Paola Prandini, diretora cultural da ABPEducom e cofundadora do negócio social AfroeducAÇÃO, e Mauricio Virgulino, vice-presidente da Associação e doutorando em Artes Visuais pela USP.

A transmissão será realizada pelo canal da ABPEducom no YouTube. O público pode interagir com perguntas e comentários por meio do chat. A gravação ficará disponibilizada no mesmo espaço. Haverá interpretação simultânea na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

O evento tem apoio do Núcleo de Comunicação e Educação (NCE/USP) e do Laboratório de Educação, Linguagem e Arte do Centro de Educação a Distância da Universidade do Estado de Santa Catarina (Lela/Cead/Udesc).

Sobre o Pacto Educativo Global do Brasil

O Pacto Educativo Global é uma mobilização da qual participam organizações da sociedade civil de todo o mundo, dentre elas a ABPEducom. A iniciativa tem como orientação um apelo do Papa Francisco de setembro de 2019, quando propôs a articulação global em torno da construção de uma “nova solidariedade universal e uma sociedade mais acolhedora”.

A Articulação Brasileira do Pacto Educativo Global (ABPEG) é um movimento com mais de 60 organizações nacionais que respondem ao pedido do pontífice por uma educação comprometida com a pedagogia inclusiva, atenta à vida real e essencialmente preocupada com a “casa comum” (o meio ambiente).

A iniciativa no Brasil é fruto do convite da organização Scholas Ocurrentes para articular ações de impacto pelas organizações sociais e interreligiosas.

Serviço

Live ABPEducom + Pacto Educativo Global do Brasil: Educomunicação, Dignidade e Direitos Humanos

Data: 31 de agosto (terça-feira)

Horário: 17h

Transmissão: canal da ABPEducom no YouTube

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